Editorial

Sociedade Crua: música sem fronteiras

O editorial dessa semana conta a história da “Sociedade Crua”, uma banda que nasceu em 2011 aqui em nossa cidade, Belo Horizonte. Desde o início, a proposta do grupo foi apresentar uma crítica social por meio de suas músicas, por isso a escolha do nome, que remete à ideia de que as pessoas estão sempre amadurecendo.

Eles se auto definem como sendo “uma banda de contrastes, subjetiva, mas direta na sua musicalidade”.

Também destacam suas origens, vindas da periferia e afirmam que se não fosse o trabalho duro e a grande dedicação, talvez não teriam conseguido superar as dificuldades do caminho.

Ao longo desses 7 anos, trabalharam bastante até decidirem gravar o seu primeiro disco intitulado “Novembro” e foi a partir do lançamento deste que realizaram sua primeira apresentação no programa de TV “Caleidoscópio”, em 2012.

Daí para frente foram muitos shows realizados, muitas participações em projetos culturais, tocaram em praças, parques, centros culturais, casas de shows, teatros e na TV. Além de que, não podemos deixar de salientar importantes conquistas como o 1º lugar no Festival N2 de Lagoa Santa no ano de 2013 e o prêmio em um concurso que fez com que eles recebessem uma guitarra assinada pelo biquini cavadão.

Recebendo a guitarra assinada pelo Biquini Cavadão

Atualmente, a banda busca se firmar no cenário nacional e ter sua música reconhecida pelas pessoas.

O desafio de propor o novo

A banda, que desde 2013 é formada por Rafael Reis (Guitarra e Voz), Ronaldo Araújo (Voz e Percussão), Douglas Leal (Bateria e Voz) e Silas Lopes (Baixo e Produção), possui um estilo com influências claras de Rock e MPB, agregando estilos como Progressivo, Country, Blues e Pop.

Confira o último vídeo oficial divulgado pelo grupo:

“quero tanto ter, sentir o universo se aproximar, navegar nas ondas desse sonho…”

Uma mistura que para muitos poderia ter dado muito errado, mas que deu muito certo com eles! Na prática, eles pegaram um pouco do Metal (influência do Baterista), do Pop (Baixista), do Rock 80’(Vocal) e do Sertanejo (Guitarra).

Em nosso ponto de vista, há uma resposta para isso ter funcionado tanto: eles superaram as barreiras do preconceito de gêneros musicais e fizeram o próprio som! Puramente Genuíno e Inovador e isso é sensacional!

Esperamos que essa história tenha feito você pensar mais profundamente sobre a real existência de barreiras musicais. É imprescindível que quebremos qualquer tipo de preconceito se quisermos fazer a verdadeira arte!

Obrigado por nos contar um pouco da história de vocês, Sociedade Crua! Esperamos que cresçamos e amadureçamos juntos e que o sonho de vocês se aproxime mais!

Gostou do som? Para conhecer melhor os últimos trabalhos da banda, é só acessar:

Contatos e Links

E-mail: sociedadecrua@gmail.com
Telefone: (31) 98772-5775 – Ronaldo
Website: sociedadecrua.webnode.com/

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Sepulchral Voice: entre idas e vindas, 30 anos de história

A história da banda dessa semana começou em 1987 na capital mineira. Mesmo com todas as dificuldades de se fazer música àquela época, com empecilhos de aparelhagem e de ensaio, a Sepulchral Voice conseguiu lançar, nessa primeira fase, 4 demos. Uow! Foram eles:

  • 1988 – Demo: In Storm
  • 1988 – Demo: Explored and Ignorant Visions
  • 1989 – Demo: Uncontrollable Change
  • 1991 – Demo: Unreal World

Você pode escutar todos estas demos clicando aqui.

O grupo, que se considera parte do gênero de Trash/Death Old School, infelizmente teve que estabelecer um hiato no ano de 1992 devido a problemas internos. Porém, como o rock n roll não pode parar, eles se animaram, depois de 13 anos, e resgataram a formação com uma proposta de fazer dar certo.

Unreal World (1991)

Desde então, eles lançaram (2017)  um Demo com o mesmo nome da banda — que consagrou de uma vez por todas a volta de uma formação mais segura e madura.

Para os próximos 30 anos…

O quarteto composto por Pepê Salomão no baixo, Luiz Sepulchral na guitarra, Harley no vocal e Lélio Gustavo (sim! Da 98 Futebol Clube) na bateria, tem participado de festivais importantes como a Virada do Metal em Belo Horizonte, Monsters of Metal, Jokers of Destruction e recentemente abriram o show da Mystifier.

Para os próximos anos, o que essa galera quer mesmo é conseguir gravar seus trabalhos com alto nível profissional e não parar nunca mais de tocar! Podemos ver que eles estão firmes e fortes nesse intuito, mostrando bastante força com um som marcado por riffs rápidos e agressivos, gutural marcante e letras que protestam contra o sistema.

Confira um pouco da apresentação do Monsters of Metal (2017):

Obrigado por participar do editorial banda dessa semana, pessoal do Sepulchral Voice! O Rock Startup se orgulha de poder contar um pouco da história de vocês e também dos trabalhos lançados! Conte com a gente!

Se você curtiu o som da banda, queira contratar, então entre em contato nas mídias abaixo:

Facebook: https://www.facebook.com/bandasepulchralvoice/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCBceghoUhnxvZJShShDWJVQ

E-mail: sepulchral.v@gmail.com

Telefone: (31) 99976-7889 – Pepê Salomão

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O som do Vale do Jequitinhonha pelos solos da América Latina

Eliezer Gonçalves é mineirinho de Coronel Murta, cidade do Vale do Jequitinhonha e iniciou seus trabalhos em 2015 com o disco “Afinal tudo é subjetivo?”, quando também chegou à capital Belo Horizonte para começar a sua busca pelo reconhecimento e difusão do amor pela música.

Apesar do pouco tempo de banda, vários investimentos já foram feitos para divulgar o trabalho. Do primeiro disco, com um pano de fundo que mescla as vivências entre romances e amizades, passando por videoclipes muito bem produzidos como em “All Star” e “Aqui abaixo do sol”, lançamento do segundo EP “O moço”, uma obra introspectiva baseada em suas vivências, participações em festivais até uma turnê pela Bolívia e pelo Chile. Ufa! Quanta coisa boa!

Ficou bem claro pra gente o quanto o Eliezer ama o que faz e corre atrás do seu sonho. Isso nos dá uma boa dose de ânimo! Obrigado por nos inspirar! Confira o recente trabalho dele, o EP “O Moço”:

Apoio à cena cultural da cidade

Além disso, o Eliezer e os músicos que o acompanham, Paulinho Almeida na Guitarra, Isaque Oliveira no Baixo e Guilherme Pinto na Bateria, estão todos envolvidos em movimentos culturais que fomentam a expressão e a cena autoral da cidade.

Paulinho, por exemplo, é também idealizador do programa “Apto Session”, em que artistas locais se apresentam por meio de um registro bem detalhado — contribuindo, assim, para a divulgação dos trabalhos.

Já Guilherme possui atualmente 2 projetos em andamento, com o intuito de promoção da cultura e, além do mais, é pesquisador de micro cenas.

Parabéns, moçada. Acreditamos fortemente também que esse é um grande passo para fazer com que as portas do rock autoral se escancarem de vez: estar presente, de forma constante, nos movimentos culturais que acontecem na cidade. Não só querendo colher os louros de uma cena unida e viva, mas também contribuindo com suas próprias vivências e bom som!

Obrigado por participar do Editorial Banda da semana, Eliezer e Banda! Foi um prazer poder conhecer um pouco da história e do trabalho de vocês e divulgá-lo aqui no blog do Rock Startup! Nos vemos por aí e conte conosco!

Se você gostou do som do Eliezer, comente aqui embaixo! Para contato:

https://www.facebook.com/eliezergoncalvesoficial/

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