Editorial

Jowpah tem jingle regravado por Gabriel Pensador e Tico Sta Cruz

Tudo começou em 2010 na cidade de Belo Horizonte, quando, ainda na época do colegial alguns amigos se juntaram e decidiram formar a Jowpah. Depois do primeiro show, que rolou no “Alcapone PUB”, a primeira casa que deu oportunidade para a banda, eles nunca mais pararam! Tocaram por todos os cantos da cidade, ganharam festivais, abriram para grandes nomes da música como o Forfun, foram finalistas do Festival Palco 98, dentre mais de 800 bandas inscritas em todo o estado de Minas Gerais. Em contrapartida, já passaram por uns bons bocados também: show sem energia elétrica, pneu furado no meio da estrada com chuva e tudo mais. Porém, nada que eles deixassem lhes abalar! Ainda hoje se mantêm cheios de energia para oferecer nos palcos!

Recentemente, a rádio Tropical FM do estado do Rio Grande do Sul os convidou para gravação de um jingle de verão e o resultado foi tão bom que vários artistas muito importantes para a música gravaram a canção da Jowpah, entre eles o Gabriel Pensador, Tico Santa Cruz e Luiza Possi!

A Jowpah é caracterizada pelo Pop Rock, com claras influências do Ska e do Reggae e se inspiram em bandas como Charlie Brown Jr, Onde:20 e Skank. No dias de hoje, a maior busca da banda é ter o seu trabalho reconhecido por todo o território nacional! Mais do que justo, né!?

Muita História para contar e mais de 20 mil pessoas para ouvir

Uma história marcante que aconteceu com a banda foi no Festival da Savassi Cultura em 2014, durante a Copa do Mundo. Depois de muita correria e luta, os meninos do Jowpah conseguiram a oportunidade de tocar no evento.

O festival rolou no dia das Quartas de Final em um jogo do Brasil e por isso, o público presente foi de mais de 20 mil pessoas, o que proporcionou uma visibilidade imensa, que acabou trazendo para a banda muitas oportunidades, parcerias e fãs! O show foi tão bom que teve repeteco logo depois no Palco Brasil!

Essa foi um pouco da trajetória da JOWPAH que contamos aqui no Editorial Banda da semana! Apesar de apenas alguns parágrafos, deu pra perceber que a banda não está para brincadeira, né? Muitas experiências marcantes e importantes que com certeza trouxeram o grupo todo até aqui!

Obrigado por participar de nossa coluna no Blog dessa semana, Jowpah! Foi muito legal saber um pouco mais do que vocês! Boa sorte em sua trajetória e contem com o Rock Startup nas experiências que estão por vir!

Trabalhos da banda

2013 – EP “10 pras 6”
2015 – Single “Primeiro Instante”
2015 – Videoclipe “Primeiro Instante”

2016 – Videoclipe “Só Depende de Você”
2017 – Single “Pode contar”
2018 – Álbum “No caminho eu te explico” a lançar com lei de incentivo (dudu do cavaco, O plano) Previsão para Maio

Integrantes da Banda

Bruno Leandro – Guitarra
John Ricardo Araújo – Guitarra
João Paulo – Vocalista
Fred Hc – Baixista
Tiago Bastos – Baterista

Contatos e Links

E-mail: producao@jowpah.com / show@jowpah.com

Telefone:(31) 99265-2286 – Bruno

Website: https://www.jowpah.com

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Empreender na Música

Desorquestra conta como foi realizar sua primeira turnê fora de casa!

Como de costume, em todo festival que o Rock Startup realiza, semanas antes é feito um encontro presencial para que as próprias bandas possam saber não somente todos os detalhes do evento, mas também possam trocar figurinhas entre si e aprender. Foi num desses encontros que a DESORQUESTRA conheceu a banda PENSE .

A partir desse encontro, nasceu a ideia da Desorquestra “meter o louco“, como sugerido pelo Cris da PENSE e se esforçar para tocar em outras cidades fora do seu estado! Depois de quase 1 ano de trocas e prosas, eles finalmente conseguiram fechar uma turnê por SP e interior, que somaram ao todo 4 shows para a banda em um fim de semana!

Como a gente sabe que esse é um dos passos mais difíceis de se conseguir, principalmente pelas dificuldades de investimento em mini turnês como esta, resolvemos entrevistar o vocalista Leo da Desorquestra para que ele pudesse explicar melhor para as bandas da rede do Rock Startup como isso tudo foi possível!

Confira a entrevista completa abaixo!

  1. Como foi o processo para fechar uma agenda de shows em outro estado? (logística, parcerias, etc.)

A gente não vai ficar em hotel e tudo mais, aquele rolé patrão, mas a gente conseguiu tocar em um hostel lá em São Paulo e por causa disso, os caras estão descolando quartos nesse mesmo Hostel para a gente ficar. Em resumo, a gente foi dando um jeito de descolar a hospedagem e conseguimos!

  1. Essa é a primeira “turnê” que vocês realizam? Se sim, por que isso aconteceu agora? Por que tomaram essa decisão?

Como turnê acho que sim. A gente já fez alguns shows em sequência e BH e outra cidade, mas com esse nome e com a programação toda, nunca fizemos não! É difícil se programar, né (sic)?! A questão da cena autoral é um pouco mais complicada e depois de lançado o segundo disco a gente tá pretendendo fazer isso várias vezes, passando por outros estados, por outras cidades. É uma programação nossa e a gente está aprendendo a fazer isso também!

  1. Como o ROCK STARTUP ajudou a banda a se conscientizar das possibilidades de alcançar esse objetivo?

O  Rock Startup nos ajudou quando a gente conversou com a galera da banda PENSE, em um dos encontros, sobre essa questão, e eles nos aconselharam a fazer isso! Fomos trocando uma ideia com a galera do PENSE que a gente conseguiu também desenvolver essa nossa ideia!

  1. Quais as principais lições vocês tiraram dos relatos da PENSE e aplicaram na prática para dar certo?

É exatamente isso, quando a gente tocou com os caras, porque depois do Rock Startup Festival os caras do PENSE nos chamaram para tocar com eles em um show n’A Autêntica, então a gente manteve o contato e fomos desembolando o negócio lá em São Paulo! Tudo foi indo cara, foi meio que natural, foi uma bela ajuda, boas ideias, e as experiências dos caras falam também, ajuda muito!

  1. Quem está financiando essa turnê? Se foi do próprio bolso, como isso foi planejado anteriormente?

A turnê tem grande parte que a gente vai resolver em questão de cachê ou a gente vai ficar num hostel, igual eu te falei, que a gente vai tocar. Num (sic) outro rolê a gente não ganha, mas a gente ganha um rango. Tá tudo meio no zero a zero, acho que a gente deve desembolsar sim parte da grana do nosso bolso, mas a intenção é a divulgação!

  1. Como vocês identificaram as cidades que deveriam tocar? Ou isso aconteceu por acaso?

Ah! A gente quer ir para qualquer buraco, a gente não tá tentando fazer muita escolha de cidade, não! Claro que essencialmente as cidades daqui do sudeste, Rio, São Paulo, BH e até Vitória são polos da cultura da música. A gente pretende ir para o Sul também, né, Curitiba, Floripa, Porto Alegre, tem um nicho legal lá! No Nordeste tem uma energia boa, mas isso tem que ver a questão de grana, os valores, as possibilidades, as opções, é um pouco difícil você chegar lá sem ninguém conhecer nada e tudo mais!

Mas vamos tentar cara, a gente pretende aprender muito com esse rolê para aplicar em outras cidades também, em outros lugares!

  1. Quais as expectativas para essa turnê?

Cara a nossa expectativa para essa turnê é… é de divulgação, diversão, de concluir um planejamento longo que a gente fez com os caras da Música Agosto, e aprender! A gente quer aprender, como eu disse agora na ultima resposta, para a gente poder aplicar isso em outras ocasiões, em outras oportunidades, por que é muito importante pra gente conseguir fazer isso em outros lugares também!

  1. Você se lembra qual foi a primeira ação que você tomou quando decidiu ir em direção a esse objetivo? (ex: liguei para produtores, casas de shows ou amigos de outros estados)

Quando a gente tava buscando isso, inicialmente a gente ligou para casas de show pelo Brasil e a recepção não é muito boa porque o cara quer alguém que traga público. Se você fala assim “eu sou uma banda de BH e eu quero tocar ai”, o cara fala assim “Olha bicho… vocês não tem público, como que faz?! Eu posso te dar um Cachê X”.  Aí geralmente é um cachê muito pequeno ou nenhum! Então é difícil rodar: gasolina tá caro pra caralho, nossa banda são 6 neguin (sic) num carro só!

Mesmo assim tem equipamento, você chega nas casas não tem um amplificador de guitarra pelo menos que é o que enche um porta mala! Existem poréns pracaralho, então a gente gente deu tiro pra tudo quanto é lado! E quanto a outras bandas de outros estados as respostas são assim “aaah velho, também quero ir pra BH, se você descolar um rolê pra mim eu animo”! E aí a gente descobriu que o intercâmbio é a saída de começar a criar vínculo em outros lugares!

  1. O que vocês pretendem realizar depois disso?

Depois disso a gente pretende aplicar, igual eu falei, em outras ocasiões!

  1. Qual dica vocês dariam para bandas que querem realizar o mesmo?

Movimentar, conversar com os músicos de outras bandas, geralmente dé mais certo, é muito difícil e tal, mas é interessante vencer um passo a passo! Inicialmente, fazer um bom disco, uma boa gravação de áudio, começar a trabalhar a questão de vídeo, questão de site, mídias sociais e assim que você tiver essa base, é hora! Ter um bom show né, não é só chegar e tocar!

Desenvolver também uma boa apresentação, sabendo fazer emendas de músicas, saber o que falar nos intervalos! E aí na hora que a banda se sentir pronta e já fizer os shows aqui em BH e na região próxima, é começar a sair fora!

Mas não adianta sair fora também se não vencer algumas etapas, eu acho! O lance é tentar ir evoluindo como banda para chegar e apresentar um material melhor, uma apresentação melhor! A solução é investir nas gravações, nos clipes e em festivais que possam concorrer, e tentar claro, fazer esses intercâmbios, tocar em casas de outras cidades, outros estados, e por aí vai, sacou?!

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É isso aí! Tocar fora é muito importante, mas existe um momento da carreira de uma banda independente exato para realizar esse tipo de investimento! Você não sabe qual é a fase que sua banda está? É só clicar aqui e para receber o diagnóstico da nossa FÓRMULA ROCK!

Agora, se você curtiu a entrevista e deseja saber tudo o que o Cristiano da PENSE realmente nos ensinou sobre meter o louco e tocar por todo canto do Brasil, é só acessar essa matéria que fizemos aqui.

 

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Empreender na Música

Playlist Rock Startup: Faça parte da playlist oficial de bandas da rede!

Como vocês já sabem, todo mês nós preparamos uma playlist de rock autoral das bandas da rede Rock Startup, é sempre muito massa conhecer de perto o trabalho de cada artista independente, e uma das formas que o Rock Startup encontrou para divulgar o trabalho de suas Bandas Startups foi criando a Playlist de Bandas da Rede no Spotify!

Já rolaram 5 playlists ao todo e foram 44 bandas selecionadas, cada banda em uma determinada playlist com uma temática própria, umas mais agitadas, outras mais calmas, outras para homenagear as mulheres musicistas e por aí vai!

Se liga no que já rolou!

Playlist: Bota o Pé na Rua!
Somba, Folsoms, Bemvirá, Trialgo, Leso, Nasio, Tango Charles, Cordilheira, Ink e Gamp

Playlist: Se Liga no Riff!
Preto Massa, Rockstrada, Remove Silence, Studio zero, Eduardo Branca, Camaleão e os Bichos do Mato, Moskkana, Condilheira, Allos e Scars From the Last fight

Playlist: Feliz e Nada Mais!
Desorquestra, Dom Pescoço, Rockstrada, Caosbanal, Sociedade Crua, Rocket Five, Todos os Céus, Supersonido, Erwins e Os Juls

Playlist: Rock das Mina!
Nathália Pôrto, Vox Ignea, Teorias do Amor Moderno, Bum Pump., Lili Band, Carcadia, Night Ticket, Dead Parrot, Elder King, Dopaminas e Napkin

Playlist: On The Road!
Roboto, Gamp, Bud Pump., Sofá a Jato, Trialgo, Revolução, Banda Gente, Dom Pescoço, Lobos de Calla e Eliezer Gonçalves

Para participar basta clicar no botão abaixo!

Cadastre sua banda, e quando rolar uma playlist que combine com sua música, lançamos e te avisamos!
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